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AINDA DIAMANTINA – Helena Lopes - Nº 613 – Diamantina, 11 de maio de 2013 – Passadas as eleições, surge uma pergunta: o que esperar de um prefeito eleito com tão boas perspectivas de governo? Não tenho a menor dúvida de que será uma grande administração. Trata-se de uma pessoa comprometida com a cidade, que já atingiu os objetivos em sua profissão como médico respeitado, criterioso e, acima de tudo, empenhada no bem-estar dos que o procuram. Com relação à Diamantina, em um primeiro momento, a hora é de rever e refazer um diagnóstico da cidade, seus distritos e povoados. O importante não é a ação imediata, vistosa, mas a busca de soluções para problemas que se arrastam há anos. Citar alguns até que seria bom, mas, apesar de minha paixão pela cidade, não tenho condições para afirmar o que é mais relevante e urgente de ser realizado. Ouso salientar apenas os relacionados à educação e à saúde. Se esses aspectos merecem a atenção necessária, o resto virá por acréscimo. Mas para que esses dois quesitos se situem no patamar desejado, quanta providência deve ser tomada e executada. Um gestor comprometido tem sobre os ombros uma carga imensa. Para que ela seja competentemente carregada, nós, diamantinenses convictos, devemos unir-nos e perseguir as metas propostas, pois, se alcançadas, trarão novas perspectivas para o desenvolvimento de Diamantina.

ALERTA DE GOLPE – Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais - Nº 613 – Diamantina, 11 de maio de 2013 – Temos conhecimento de que uma entidade denominada “Associação dos Oficiais Militares do Estado de Minas Gerais” vem procurando empresários para oferecer espaço publicitário em um jornal chamado “Bombeiros em Ação”. Os contatos são feitos por telefone utilizando nomes e postos de “supostos” oficiais da Corporação como “Coronel Dalton Feliciano”, “Major Ângelo”, “Major Fidelis”, “Capitão Ênio”, “Tenente Lima”, dentre outros. Neste sentido, esclarecemos que o corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, como instituição pública, e nem seus integrantes, estão autorizados a vender espaço publicitário em jornais, revistas ou quaisquer outros meios de comunicação. Orientamos às pessoas que forem procuradas, por esta entidade ou por pessoas com promessas semelhantes, que denunciem pelo telefone 193, ao Corpo de Bombeiros ou pelo telefone 190, à Polícia Militar. A sua participação é importante para evitar este tipo de golpe.


COMUNICADO – Grupo de Voluntárias de Diamantina - Nº 613 – Diamantina, 11 de maio de 2013 – O Núcleo de Voluntárias de Assistência aos Cancerosos e Carentes de Diamantina comunica aos seus colaboradores e a população em geral que este ano não haverá a tradicional feira do Dia das Mães, mas os produtos produzidos pelas voluntárias, de enorme sucesso de venda e cujo objetivo é gerar fundos para assistência aos doentes, poderão ser adquiridos na residência da voluntária Maria de Nazareth Dias Baracho, na Rua Espírito Santo, 301, no centro da cidade.

A IGREJA E FRANCISCO – Helena Lopes - Nº 609 – Diamantina, 13 de abril de 2013 – O mundo vive grande expectativa com a chegada ao trono de São Pedro do papa Francisco. Eleito recentemente, ele já ocupa as mídias com sua inovadoras atitudes, o que deixa os católicos esperançosos de que vai conseguir balançar os corações deste marasmo, desta falta de coragem e desenvolver trabalho mais vigoroso na prática do catolicismo. Quando faço uma retrospectiva, que enorme diferença encontro! Onde estão as vocações religiosas? Cadê nossos padres? Nossas freiras e irmãs? Na foto acima há grande evidência de quanto nossos conterrâneos eram vocacionados para a religião. As três irmãs são filhas de dona Inhá Andrade, que morou por muitos anos em uma casa bem em frente à chácara dos Padres Lazaristas, no Largo Dom João. Elas nasceram em Couto de Magalhães de Minas, o antigo Rio Manso, então distrito de Diamantina. Logo são diamantinenses. Trabalharam em diferentes colégios e hospitais que eram de responsabilidade das Irmãs Vicentinas. Onde andam os padres, as freiras? Como era bonito vê-las em grupo com aqueles chapéus brancos bem engomados que pareciam asas de pássaro! E as freiras do hospital, da Casa São José? Neste momento de tanto otimismo para a Igreja Católica, espera-se mais gente no serviço de Deus. Não precisa de hábito, de chapéu. O importante é que com o papa Francisco outros tempos surjam, com fiéis seguidores da doutrina pregada por Jesus. Somos irmãos!


OBRIGADA, CÉLIO HUGO, HOJE NOS OUVINDO NO REINO DOS CÉUS – Terezinha Lopes – Nº 609 – Diamantina, 13 de abril de 2013 – Tenho para com nosso querido mestre enorme gratidão, por incontáveis motivos. Foi meu professor de português e literatura no curso normal, o primeiro que tive da matéria, desde dona Geraldina Célia Lopes, no Grupo Escolar Mata Machado. No ginásio, era como se a matéria não existisse e ainda vivia em risco de ser detestada. Cheguei ao segundo grau insegura, temerosa, na maior timidez, por ter passado por alguns professores que pareciam mal saídos da fase palmatória, pois continuavam usando o instrumento de tortura na rispidez das palavras que dirigiam aos alunos. Felizmente, o segundo grau nos redimiu. Tivemos excelentes professores, que cumpriam com brilhantismo seus deveres. Respeitavam os alunos, incentivavam os adolescentes e só transmitiam mensagens positivas. Destaco o professor Célio Hugo. Um perfeito cavalheiro. Sempre gentil e tranquilo. Nunca alterou a voz, em qualquer situação. Devo a ele a salvação do meu português, o gosto pela leitura, que veio a ser um grande hábito, e pela escrita. Era um prazer assistir às suas aulas tão agradáveis que, ao sinal de finalizar, todos lamentavam. Felizmente tive o privilégio de também receber dele ensinamentos na aula de Prática Jurídica Geral e Comercial, no curso Técnico de Contabilidade, do Colégio Diamantinense. Tive grande entusiasmo pela matéria, que tão bem ele sabia ensinar. Na formatura, recebi dele o maior incentivo. Disse ao meu pai que eu devia ser encaminhada ao curso de Direito, porque demonstrava especial aptidão para a matéria. E me teceu elogios que me emocionaram. Infelizmente, na época, minha família não tinha condições de arcar com despesas de um curso fora de Diamantina. Mas a semente ficou e quando pude trabalhar não me esqueci do acerto da indicação do mestre. Ratifico que tenho todos os motivos para falar em gratidão. Que Deus o recebe bem e derrame graças em todos os seus e netos, que já estão lhe seguindo a trilha e o grande exemplo. Deus os proteja, recebem minha manifestação de pesar e me permitam partilhar da saudade que fica.


MINAS DÁ PASSO FUNDAMENTAL PARA O AVANÇO DO ENSINO SUPERIOR GRATUITO NO ESTADO – Governo de Minas – Centro de Imprensa - Nº 609 – Diamantina, 13 de abril de 2013 – Governador Anastasia assina mensagem encaminhando projeto de lei à Assembleia Legislativa para absorver seis fundações educacionais de ensino associadas à Uemg.
Mais um passo no processo de estadualização do ensino superior em Minas Gerais foi dado nesta segunda-feira (08/04), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. O governador Antonio Anastasia assinou mensagem encaminhando projeto de lei à Assembleia Legislativa, que prevê a absorção de seis fundações educacionais de ensino superior associadas à Universidade de Minas Gerais (Uemg). O objetivo da medida é difundir o conhecimento e contribuir para a produção científica em todo o estado. As fundações a serem absorvidas são dos municípios de Campanha, Carangola, Diamantina, Divinópolis, Ituiutaba e Passos. A incorporação, segundo o governador, é uma demanda que surgiu com a criação da Uemg, em 1989. “Desde lá até agora, decorridos quase 30 anos, tivemos muitas batalhas e dificuldades, mas nem por isso desistimos. Ao contrário, nos empenhamos, nos desdobramos, fomos ousados, corajosos e criativos para dar guarida à ansiedade maior: o ensino público de qualidade em nosso estado”, afirmou Anastasia em seu pronunciamento para secretários de estado, representantes das fundações de ensino superior e estudantes. O governador disse ainda que a estadualização foi um compromisso assumido durante seu mandato e que, com o apoio dos parlamentares, até meados do próximo ano o processo deverá ser concluído.
Melhorias – A absorção das fundações educacionais possibilitará a melhor gestão dos cursos e a adequada avaliação de suas necessidades e ofertas pela Uemg, que se tornará a terceira maior universidade de Minas Gerais em número de alunos, atrás das universidades federais de Minas Gerais (UFMG) e de Uberlândia. “Feito o processo, do ponto de vista prático e concreto, significa que estamos absorvendo os funcionários, as instalações, assumindo as despesas, mas, muito mais, nós queremos um processo pedagógico cada vez mais inovador e que sustente a prosperidade e o desenvolvimento de Minas”, destacou Antonio Anastasia.
O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, explicou que com a estadualização, a Universidade do Estado de Minas Gerais passará a atender de forma pública e gratuita em mais seis cidades mineiras, oferecendo cursos na área de saúde, como biomedicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia e nutrição. A absorção será feita de modo integral e definitivo. “Eu diria que esse é o momento histórico. Mais do que o resgate de um compromisso, a estadualização das fundações representa incluir na agenda de governo, de forma definitiva, o tema do ensino superior. E esse é o tema fundamental, a ferramenta talvez mais importante para que possamos alavancar o ingresso de Minas na sociedade do conhecimento”, ressaltou o secretário.
Uemg mais forte – Após a estadualização das seis fundações, o número de alunos da Uemg passará dos atuais 5.600 para 15 mil. O número de cursos de graduação oferecidos saltará de 32 para 112 graduações, e o de professores subirá de 853 para 1800. Atualmente, a Uemg também oferece cursos de pór-graduação Latu sensu, mestrados em Desing, Educação e Engenharia de Materiais e um de doutorado em Engenharia de Materiais.
O reitor da Uemg, Dijon Moraes Júnior, enumerou os diversos avanços pelos quais passou a universidade nos últimos anos. Além de autorizar a abertura de concurso com 590 vagas para professores, uma ação inédita para a universidade, propiciou qualificação docente. “O outro ponto que queria destacar foi a autorização do concurso para servidores. A universidade cresceu muito e precisava de ter esse apoio. O senhor também fez um gesto que pode parecer pequeno, mas determinante: autorizou para a Uemg a incorporação dos benefícios e gratificações na carreira do docente, após a inatividade, além da imediata adequação de nível de carreira após a qualificação”, listou Dijon Moraes, que também leu uma mensagem de agradecimento ao governador escrita pelo primeiro reitor da Uemg, professor Aluísio Pimenta, presente na solenidade.


EDITORIAL – Joaquim Ribeiro Barbosa “Quincas” - Nº 608 – Diamantina, 06 de abril de 2013 -
Não deve ser exagero afirmar que as eleições extemporâneas no dia 7 de abril terão a extraordinária capacidade de alertar o diamantinense para os perigos que rondam sua ingênua e desprotegida cidade. Não só pelo simples e hediondo fato de – na qualidade de eleitor – ele ver, assistir e sentir-se reles alvo de uma campanha cujo forte componente não é a argumentação, não são planos de governo e, muito menos, a exposição do lastro de vida dos candidatos. Nunca (e não por acaso) se gastou tanto dinheiro com advogados, liminares, recursos e protelações nos tribunais quanto as altas cifras investidas em viagens, honorários, taxas de sucesso, nesta e na eleição que passou. Disse e repito: candidatos há que não perseguem a própria vitória. Lutam desbragadamente pela derrota do opositor. As armas para tal estilo de combate não têm limites de calibre, de aniquilamento de reputações, de comprometimentos éticos. Vão de sub-reptícia insinuação às mais deslavadas maledicências. O importante nesse jogo é vencer. Independentemente do nível de rebaixamento moral.
Incompreensível é notar que tão exasperados anseios pelo poder se têm potencializado quando Diamantina se viu livre de um prefeito que não deixou saudade alguma. Pelo contrário: sua temerária gestão dificilmente sairá da memória diamantinense como a mais ineficiente, populista e eivada de suspeições. Até mesmo seu partido o defenestrou das eleições suplementares do próximo domingo. Como, alias, aconteceu em Três Marias. Tantas fez o pseudoreverendo naquela cidade balneária, que se destruiu politicamente frente seus pares. Muitas vezes este escravisador se referiu a ele como ex-prefeito não reeleito de Três Marias. E, ultimamente, de Diamantina também. É que existem várias maneiras de prefeitos não se reelegerem. Entre elas, quando seus correligionários os rejeitam e lhes negam o suposto direito adquirido de se lançarem candidatos. É andar por nossas ruas e compreender as razões para esse alijamento partidário. Frota de veículos sucateada, trânsito caótico, lixo descontrolado, salários em atraso são pequena parte de seu terrível legado. Até a UPA, das pouquíssimas benesses governamentais de sua gestão e o maior de seus falsos triunfos políticos, não pôde ser inaugurada no fim do seu governo (e nem até hoje) por absoluto despreparo dele e de sua incompetente corte de sabujos.
Torçamos para que Diamantina nunca mais tenha de lamentar-se pelas ciladas que maus homens públicos lhe têm armado. Tentemos acreditar que o diamantinense já não cairá tão facilmente na enganosa lábia de candidatos cujas biografias e realizações mal preenchem o verso de míseros santinhos. E, com discernimento do nosso voto, eliminemos de vez a tola crença de que esse multicolorido mar de bandeirolas içadas por batalhões de militantes pelas esquinas tenha algum sentido, além do alto gasto com a pobre juventude que se sujeita a desfraldá-las. Findas as eleições, sejam lá quem forem os eleitos, cobremos da sociedade dita organizada o papel que lhe cabe precipuamente: fiscalizar e tentar fazer da câmara uma instituição útil, respeitável, produtiva; policiar o prefeito, criticá-lo, quando necessário, e contribuir para a eficiência de sua gestão e o desenvolvimento do município.
Ignoro a data em que Diamantina completa 300 anos de surgimento. A depender do resultado destas eleições, tão importante marca poderia passar a ser comemorada no Sete de Abril. Como um dia emblemático para o futuro da cidade. Por outro lado, se bandeirolas, cavaletes e fantasiosos discursos falarem mais alto, só resta a este velho e castigado burgo amargar as irônicas palavras com que o diploma francês – Talleyrand – demonstrou, há quase dois séculos, como a política é um torpe jogo de interesses:
Não aprenderam nada.
Não esqueceram nada.

 


3º BPM NO COMBATE À DENGUE – Assessoria de Comunicação do 3º BPM - Nº 608 – Diamantina, 06 de abril de 2013 – 3º BPM promove treinamento para médicos e militares – Preocupados com o crescimento do número de casos de dengue em Minas Gerais, a PMMG, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, realizou no dia 19 de março, o Seminário de Combate e Prevenção à Dengue, na Academia de Polícia Militar, sob o tema: “Dengue tem que acabar – é a hora de todo mundo agir”. Participaram de evento todos os médicos e chefes das seções de logística das unidades da PMMG.
O capitão PM Valdiney e o tenente médico Marcelo, do 3º BPM, receberam o treinamento com a missão de multiplicar junto à comunidade em geral, em especial, entre a classe médica e policial militar, as atividades inerentes ao combate à Dengue.
A PMMG é tradicional entidade de apoio às ações dos órgãos de saúde no que se refere ao combate à dengue e pretende utilizar sua capilaridade no estado para auxiliar os municípios na mobilização de todos contra a doença, uma vez que o único órgão do estado presente em todos os 853 municípios, além de vários distritos, o que poderá facilitar a difusão das informações e a mobilização comunitária.
Estudos recentes em saúde apontam que resíduos de alimentos, pneus, vasos de plantas e outros representam 70% dos criadouros em potencial de dengue. Além disso, quase 90% dos focos do mosquito são encontrados nas casas. Por isso, a necessidade de se sensibilizar a comunidade em geral.
Considerando a necessidade de ação urgente, o 3º BPM proporcionou, no dia 25/03/2013, por meio de seu Núcleo de Atenção Integral à Saúde (Nais), capacitação para médicos da região, com foco no diagnóstico e tratamento da dengue, realizada pelo tenente PM médico Dr. Marcelo Ferreira Sousa, com o apoio e participação do Dr. Frederico Toledo, médico infectologista e da Drª Denise Resille da Sec.Mun.de Saúde, com a presença de aproximadamente 70 pessoas de várias cidades da região.
Posteriormente, no dia 11/04/13, os militares 3º BPM (de todas as cidades), serão treinados para desenvolver ações de divulgação de informação acerca da dengue e de mobilização da sociedade para identificação e eliminação de focos do mosquito.

 

LUGAR CERTO – Helena Lopes - Nº 605 - Diamantina, 16 de março de 2013 - Numa tarde dessas, recebi do presidente da Colônia Diamantina um telefonema em que ele se mostrava preocupado com o reinício das atividades para o ano em curso. Na verdade, precisa-se com urgência tirar do papel as muitas idéias para ações de 2013, com datas e locais para suas realizações. Quando o assunto é local, surge o grande desejo de a Colônia ter sede própria, com salas para reuniões e outros fins. Como é bom sonhar! Mas o benefício seria imenso. Quantas pessoas precisam aqui permanecer por vários dias, sujeitando-se a ficar sentadas por horas nos bancos das praças perto de hospitais ou da assembléia para encontro com deputados ou vereadores? Essa casa seria um ponto de referência. Nela ficariam as pessoas vindas da nossa cidade e distritos à espera daquele encontro importante. Pode parecer, em princípio, uma utopia. Mas o município gasta quantias enormes com transporte para consultas e procedimentos médicos que têm de ser feitos na capital. Um “pouso” certo ajudaria, é claro. É só pensar na Rua Vista Alegre, em Santa Efigênia, quanto a Casa de Apoio ajudou como abrigo para doentes de nossa região. Que volte a funcionar bem para alívio dos que necessitam

 


LANÇAMENTO DE LIVRO - Nº 605 - Diamantina, 16 de março de 2013 - No dia 11 de março, na Livraria Argumento, Rio de Janeiro, foi lançado nacionalmente o livro “Promoção de Saúde Bucal em Pacientes Ortodônticos”, de autoria de nosso conterrâneo e colaborador Roberval de Almeida Cruz, em coautoria com Melissa Figueiredo Montenegro e produzido pela Editora Santos. Este foi o sexto livro publicado pelo autor, cujo evento de lançamento foi prestigiado por inúmeros convidados e especialistas de diversas áreas da Odontologia.