Belo Horizonte, .



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O que é

A Associação dos Diamantinenses Ausentes - Colônia Diamantina – fundada em 2004 é uma associação civil, de direito privado, sem fins econômicos, que tem como objetivo de preservar os valores culturais sociais, filantrópicos e familiares da querida cidade.

Competências legais:

  • Promove atividades sociais e filantrópicas;
  • Promove a integração de Diamantinenses e de amigos de Diamantina, estreitando , fortalecendo e mantendo laços de união com a cidade;
  • Reivindicar junto a entidades públicas com privadas e autoridades oficiais constituídos à doação de posturas que visem à preservação da cidade como patrimônio cultural da humanidade, título a ela conferido pela UNESCO.
  • Estimular o intercâmbio com entidades congêneres nacionais e internacionais.
  • Promover a realização de encontro social, culturais, comemorativos ou festas de longe.
  • Noticiar, publicar e divulgar tendo o que for relevante para Diamantina.
HISTÓRIA DA COLÔNIA DIAMANTINA
Em meados do mês de setembro de 2002, ocorreram em Diamantina as festividades de comemoração do centenário de nascimento de seu filho mais ilustre, o Presidente Juscelino Kubistchek. A despeito da programação oficial, planejada pela entidade "Casa de Juscelino", dirigida por Serafim Jardim, houve um apelo de Eunice Ribeiro, dirigida aos diamantinenses residentes em Belo Horizonte, convocando-os para participarem também do grande acontecimento. Sua idéia inicial, a realização de uma grande serenata, foi levada ao Cel. Jairo Borges Maio, então comandante do Instituto de Ensino de Segurança Pública da PMMG (antigo DI), que imediatamente encampou a iniciativa, tendo então, logo depois, sido convidados Márcio Venuto, Elisa Grossi e Roberval Cruz, além de Rômulo Cruz e Terezinha Lopes, para discutirem o assunto. A serenata foi organizada, com a presença sempre crescente de diamantinenses aos ensaios realizados naquela corporação, sob a direção musical de Eunice Ribeiro e contando com a colaboração de alguns músicos militares, colocados à disposição. O evento foi realizado com grande sucesso, tendo a serenata sido considerada como a maior realizada em todos os tempos, com a participação espontânea de milhares de pessoas.
Ainda curtindo o sucesso alcançado, o grupo organizador começou a imaginar a possibilidade de participar de novo empreendimento, tendo Roberval Cruz apresentado um segundo projeto, logo aceito por todos, a ser desenvolvido por ocasião da abertura dos festejos natalinos em Diamantina: a Cantata de Natal. Novamente todo o grupo foi convocado para os ensaios, agora sob a segura e competente regência do Maestro João Bosco, comandando um grupo de músicos da Orquestra Sinfônica da PMMG. Como parte integrante do evento, foi incluída a distribuição de produtos comestíveis não perecíveis, sob a forma de cestas básicas, a várias entidades assistenciais da cidade, fato de grande repercussão social e filantrópico.
 Desde o início, ficou a expectativa de que tais iniciativas pudessem servir de alavancagem para a criação de uma associação que pudesse congregar diamantinenses e amigos de Diamantina, com os objetivos de: a) preservar os valores culturais, sociais, filantrópicos e familiares daquela Cidade, transferindo-os às novas gerações; b) promover a integração de diamantinenses ausentes e de amigos de Diamantina estreitando, fortalecendo e mantendo os laços de união com a Cidade; c) promover a realização de encontros sociais, culturais comemorativos ou festivos e de lazer, estimulando manifestações visando o resgate dos pendores artísticos dos diamantinenses, entre outros.

No ano de 2003, houve novamente a organização da Cantata de Natal no mês de dezembro, que incluiu uma apresentação na Igreja de Santa Efigênia, em Belo Horizonte, precedendo a de Diamantina, quando foi repetido o sucesso alcançado no ano anterior.

Passados os períodos natalino, das férias e do carnaval subseqüentes, foi organizada uma sessão para apresentação de vídeos correspondentes aos acontecimentos anteriores, tendo sido lançado o desafio para a continuação das reuniões, em forma organizada, para serem atingidos aqueles objetivos, anteriormente comentados. Esta sessão ocorreu em um dos salões da Igreja de Santa Efigênia, organizada por Eunice Ribeiro.

Não havia mais como recuar. Um grupo foi encarregado de estudar o Estatuto (Roberval Cruz, Jairo Maio e Terezinha Lopes), cuja formatação e texto foram enriquecidos com contribuições de Sandro Starling, Saul Moreira e Lineu de Miranda Pereira, sendo sua apresentação realizada aos diamantinenses presentes na memorável reunião de fundação da Associação do Diamantinense Ausente – COLÔNIA DIAMANTINA, ocorrida no auditório da Academia de Polícia Militar, no dia 5 de maio de 2004.

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